O Parto em Pauta

Foto: Carla Durante

O Parto em Pauta foi idealizado pela Diretora de Arte e Produção Audiovisual Erika Dorta, que sentiu a necessidade de criar uma plataforma centralizadora de conteúdo sobre o Parto Humanizado ao ficar grávida do seu primeiro filho, João, em 2017. Desde então, vem pesquisando quais são as maiores dúvidas das gestantes e reunindo em sua equipe fixa e rotativa profissionais alinhados com o propósito do modelo de assistência Humanizada que é: respeitar o direito de escolha da mulher, dentro das suas possibilidades, a fim de intervir apenas quando necessário.

Nesse portal serão disponibilizados semanalmente conteúdos explicando o que é o Parto Humanizado, quais as diferenças entre esse modelo de assistência e a convencional, quais são os formatos de equipe mais comuns, quais os maiores mitos e verdades sobre as reais necessidades de se fazer uma cirurgia cesárea e muito mais.

Muitas mulheres, assim como Erika, buscam informações sobre o parto antes ou depois de ficarem grávidas – muitas vezes por terem sofrido algum tipo de violência obstétrica – e nem sempre os conteúdos que encontram na internet estão de acordo com boas evidências científicas. Por falta de informação, infelizmente, em um momento tão vulnerável e sensível na vida de uma mulher, algumas são submetidas a procedimentos desnecessários durante o parto – em alguns casos, sem ao menos serem consultadas.

Por isso, o Parto em Pauta tem como objetivo ser uma plataforma centralizadora de conhecimento sobre Parto Humanizado – onde há o resgate do protagonismo feminino durante todo o processo. Nesse grande portal, as mulheres serão ouvidas, poderão trocar ideias e enviar suas dúvidas. Com conteúdos diretos e relevantes, a plataforma ajudará as mulheres a entenderem melhor o que acontece com o próprio corpo da gestação ao puerpério e consequentemente, através da informação, escolher profissionais alinhados com suas expectativas para acompanhá-las neste momento tão especial e transformador.

A informação é essencial para que ela e a família façam escolhas conscientes e possam exigir o que lhes é de direito: ter um parto respeitoso, independente do desfecho – se parto normal ou cesárea.

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